Trabalho final de curso apresentado por: Amanda Dellatre de Jesus
Sob a orientação do(s) professor(es): Roberta Bomfim Boszzczowski

Resumo do trabalho

O presente trabalho tem por objetivo apresentar uma análise comparativa entre cinco dos principais métodos semi-empíricos para predições de capacidade de carga de estacas profundas tipo raiz. Foram analisados dois métodos específicos para estacas-raiz – Lizzi (1982) e Cabral (1986) – e métodos amplamente empregados no Brasil para dimensionamento de diversos tipos de estacas profundas – Aoki-Velloso (1975), Décourt-Quaresma (1978) e Teixeira (1996). Estes métodos são baseados nos valores de Nspt, sendo que o de Lizzi (1982) baseia-se apenas indiretamente. As análises foram conduzidas com base nos dados fornecidos de dez estacas pertencentes a uma obra rodoviária no município de Guarulhos/SP, as quais haviam sido submetidas a provas de carga dinâmica para controle do desempenho da fundação. Posteriormente os valores das provas de carga foram empregados como parâmetros de ordem de grandeza das resistências na análise da aplicabilidade de cada método semi-empírico. As análises demonstraram que o método de Cabral (1986) apresenta maior concordância aos valores de prova de carga dinâmica, seguido pelo método de Aoki-Velloso (1975). Em geral, o método de Lizzi (1982) apresentou os resultados mais conservadores e o de Teixeira (1996) forneceu a capacidade de carga mais elevada dentre todos os métodos.


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Palavras-chave:
capacidade de carga, estaca raiz, fundações, e métodos semi-empíricos

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